segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Dissertação de Mestrado


No âmbito da dissertação de Mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional procurou-se estudar a atividade e sociabilidade dos residentes mais velhos da Alta de Coimbra.
Eis as principais conclusões:
 
1.A reforma é vivida de diferentes formas pelos sujeitos, sendo que uns a consideram como um acontecimento positivo, ao passo que para outros é sinónimo de dificuldades, económicas e/ou pessoais.
2.Os entrevistados tinham autonomia e metade para além das tarefas de rotina executavam outras atividades, ligadas ao lazer, associativismo, emprego e outras.
3.Dos 30 participantes 12 revelaram não sentir solidão e 10 utilizam estratégias, como ver televisão, ouvir rádio, conviver, passear, entre outras, que lhes permitem ultrapassar este sentimento.
 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Se...




"Se o modelo de financiamento da Segurança Social ou o valor das pessoas mais velhas fosse outro, os problemas que actualmente se associam ao envelhecimento da população não teriam a dimensão que hoje possuem." Maria João Rosa

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Idosos: Contributo ou "fardo"?


O Ano Europeu do "Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações" preconizou como um dos seus objetivos: "Sensibilizar a opinião pública para o valor do envelhecimento ativo nas suas diversas dimensões, garantindo que lhe seja atribuída uma posição destacada nas agendas políticas dos parceiros relevantes, a fim de destacar o contributo útil das pessoas mais velhas para a sociedade e a economia."
 
O que se tem feito a este respeito? Serão as respostas sociais para este público adequadas? Que balanço deste ano europeu? Ficam as perguntas...procuram-se as respostas!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A "dádiva"


Em tempos de “crise” voltamos com uma sugestão de leitura apropriada: “Ensaio sobre a dádiva” de Marcel Mauss. Aqui fica uma das conclusões do seu estudo etnográfico, em que vale a pena pensar:

“As sociedades progrediram na medida em que elas próprias, os seus subgrupos e, enfim, os seus indivíduos, souberam estabilizar as suas relações, dar, receber e, enfim, restituir. (…) Os povos, as classes, as famílias, os indivíduos, poderão enriquecer, mas não serão felizes senão quando souberem sentar-se como cavaleiros, à volta da riqueza comum.”